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sábado, 14 de maio de 2022

Joel Carli, o Estrangeiro com Mais Jogos pelo Botafogo

por Claudio Falcão

Detalhe na camisa do ‘capitão’ Joel Carli
em 12/05/2022
(foto: Vítor Silva / Botafogo)

O argentino Mauro Joel Carli, ‘El Capitán’, tornou-se na última quinta-feira o jogador estrangeiro que mais partidas disputou pelo Botafogo, num total de 181 jogos (ultrapassado pelo goleiro paraguaio Gatito Fernández em 06/10/2022).

Estava até então empatado com o seu compatriota ‘El Lobo’ Fischer, grande artilheiro e ídolo da torcida botafoguense na década de 1970.

Carli foi apresentado pelo Clube da Estrela Solitária em janeiro de 2016, vindo do Quilmes AC (ARG), teve seu contrato rescindido com o Alvinegro carioca em junho de 2020, e ingressou em agosto do mesmo ano no CA Aldosivi (ARG).

Nesta primeira etapa por aqui, Carli disputou 155 jogos, marcando 6 gols. No período 2016-2020 conquistou o título de campeão estadual de 2018.

Retornou ao Botafogo em março de 2021, e na atual passagem disputou, até 12 de maio de 2022, mais 26 partidas, assinalando 4 gols. No período 2021-2022 foi campeão brasileiro da série B de 2021.

No total Carli encontra-se, então, com 181 jogos, 10 gols e 2 títulos conquistados pelo Glorioso.

Marca significativa conquistada pelo jogador argentino, que nesta quinta-feira, antes da vitória por 3 a 0 sobre o Ceilândia (DF) pela Copa do Brasil, foi alvo de homenagem pela diretoria do Botafogo, que o presenteou com um quadro relativo ao feito alcançado por este atleta que ficará para sempre marcado no coração da torcida botafoguense.

(Foto: Vítor Silva / Botafogo)

Cabendo lembrar que Carli já está cuidando da papelada para obter a cidadania brasileira, o que possibilitará ao Clube uma eventual contratação de outro jogador estrangeiro para qualificar ainda mais o seu elenco.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Dulce Pereira da Silva, Recordista Sul-Americana dos 100m Nado de Costas

pesquisa de Claudio Falcão

Dulce Pereira da Silva, a Dulcinha, era uma estilista no nado de costas. A 12 de dezembro de 1937, aos 13 anos de idade (nasceu a 23 de abril de 1924), bateu o recorde sul-americano sênior dos 100m, na piscina do Fluminense.

Foi a única mulher tornada atleta emérita do então C.R. Botafogo, a 14 de junho de 1938.

A 15 de outubro de 1938 o periódico ‘O Imparcial’ noticiava que Dulce estava abandonando a natação de competição.

Abaixo o leitor poderá apreciar uma reportagem feita por outro periódico, ‘A Noite’, a respeito da expressiva marca alcançada por ela, a qual foi transcrita integralmente e respeitando-se a ortografia da época.


A magnífica performance de Dulce Pereira da Silva
Lamego, seu preparador, esperava uma boa marca da garota-revelação

Não é a primeira vez, e sem duvida não será a ultima, que devemos exaltar um feito brilhante de Dulce Pereira da Silva, a pequenina nadadora do Botafogo.

Domingo ultimo [12/12] por occasião da parte final do 3º Concurso da Primavera, ella cumpriu uma performance notável, assignalando para os cem metros, na sua especialidade [nado de costas], o magnifico tempo de 1’23”, tempo esse bastante melhor que o record sul-americano [sênior], officialmente homologado, da argentina Elena Sumlet.

Quem vê a pequena-revelação nadar a prova, de certo nota-lhe desde logo a serenidade dos verdadeiros campeões, o que conservou durante todo o percurso, da prova de domingo apesar de ter como concorrente Herta Holzer, a qual por diversas vezes já a vencera, em egual distancia, sendo a recordista da prova.

Até domingo passado, sabia-se que suas melhores condições estavam nos 200 metros, mas agora, sem que ninguem esperasse ella supplanta-se a si propria, para conseguir reafirmar as grandes qualidades que ninguem lhe tentará negar.

Havia no entretanto uma figura dos nossos meios aquaticos que esperava que Dulce satisfizesse ás suas esperanças: era [José Maria] Lamego.

O treinador da garota revelação, tivera opportunidade de palestrar com um redactor d’A Noite no fim da semana passada, e á nossa pergunta sobre a fórma de sua pupilla, respondeu com convicção: está em fórma, e espero della uma boa exhibição.

E, effectivamente, Lamego não errou. Viu mais uma vez coroados seus esforços. Esforços de preparador dedicado e cuja competencia se vae affirmando com o correr dos tempos”.

[A Noite, 15/12/1937, pág. 7.]

Nota: As informações entre colchetes e o detalhe em negrito são do editor deste blog.

[Fontes para o texto inicial: Diário da Noite, de 02/03/1937, pág. 7; A Noite, de 13/12/1937, págs. 9 e 10; O Imparcial, de 16/06/1938, pág. 7 e de 15/10/1938, pág. 14; Revista Botafogo nº 93, de junho/1952 e Botafogo o Glorioso – Uma História em Preto e Branco, de Braz Pepe, Luiz Felipe de Miranda e Ney Oscar de Carvalho (1996).]

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Em 1963 o Botafogo bateu Recorde Mundial no Aeromodelismo

pesquisa de Claudio Falcão

O aeromodelismo é um esporte em que o Botafogo conquistou títulos significativos no início dos anos 1960. Foi bicampeão da Cidade do Rio de Janeiro (1962-1963), bicampeão carioca de juvenis (1962-1963) e tricampeão carioca de infantis (1961-1962-1963).

Porém o maior êxito alcançado pelo Glorioso nessa modalidade esportiva certamente foi o recorde mundial obtido na disputa do Troféu Mil Voltas da Guanabara, em 1963.

Assim noticiou a Revista Botafogo, boletim informativo do Botafogo de Futebol e Regatas (o trecho destacado em negrito é do editor do blog) :

“Realizou-se, no dia 21-7-63, a competição aeromodelística interestadual ‘III Troféu Mil Voltas da Guanabara’, destinada ao vôo circular controlado, ‘Team Racing’ com regulamento próprio. Deveu-se esta promoção à casa especializada em material aeromodelístico Hobbylândia, do desportista S. Morimoto. A prova, já tradicional no Brasil, vem tendo grande aceitação no estrangeiro, com o nome de ‘Mil Voltas Brasileiras’ e com regulamento brasileiro.

Inscreveram-se nove equipes, representando vários Estados do país. O grande público, que lotou o Aeromodelódromo de Manguinhos, teve a oportunidade de ver o que é o trabalho de equipe, numa prova que depende, principalmente, de sorte e rapidez.

Os cariocas foram os vencedores da prova, representados pelo conjunto ‘Três Azes’, do Botafogo de Futebol e Regatas, muito bem preparados pelos senhores: Luciano Marino Crespi e Haroldo F. Campos (Diretor de Aeromodelismo). A equipe: Fábio Crespi (piloto-aeromodelista), Matsuo Maeda (mecânico) e Antônio Borel (abastecedor), obteve a marca de 53m7s, novo recorde mundial para esta categoria. O aeromodelo vencedor foi desenhado e construído por Matsuo Maeda (que obtém assim seu segundo recorde mundial como componente de uma equipe), e foi equipado com um motor ‘ENIA-29’, de fabricação japonesa, destinado especialmente a operar nesta modalidade.

O mecânico recordista mundial, Matsuo Maeda

A equipe ‘Xavante’, do Estado de São Paulo, obteve a segunda colocação, representando a União Paulista de Aeromodelismo, com 668 voltas. O Botafogo de Futebol e Regatas obteve, ainda, o terceiro lugar nesta competição, com a equipe Nocaute, representando a Guanabara, com 637 voltas. Os componentes desta foram: Adílson Guimarães (piloto), João Henrique Maia (mecânico) e Ari F. Dinkelmann (abastecedor). As colocações seguintes pertenceram às equipes: Delta, do Estado da Guanabara, com 439 voltas; Able, de São Paulo, com 290 voltas; e, por último, a equipe Triângulo, da Guanabara, com apenas 24 voltas, o que se explica pelo fato de se ter quebrado o comando do aeromodelo. Esta equipe pertence ao Botafogo de Futebol e Regatas, e era uma das favoritas.

No mais, foi magnífico o rendimento técnico geral da prova, devendo ser salientado o ardor e a rapidez no trabalho de equipe”.

[Fontes: Revista Botafogo, n° 202, de setembro/1963 e Revista Grandes Clubes Brasileiros – Botafogo (1972).]

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

1968: Fiolo, Recordista Mundial dos 100m Nado de Peito

pesquisa de Claudio Falcão

Fiolo, em foto de 1972

O Jornal do Brasil, do Rio de Janeiro, na capa de sua edição de 20 de fevereiro de 1968, noticiou assim o extraordinário feito do nadador botafoguense José Sylvio Fiolo, natural de Campinas (SP), que batera na véspera o recorde mundial dos 100m nado de peito, constituindo-se no terceiro atleta brasileiro a conquistar uma marca mundial na natação, depois de Maria Lenk (1939) e Manuel dos Santos (1961):

Fiolo é Recordista Mundial 

“Mesmo sem conseguir uma saída perfeita, o brasileiro José Sílvio Fiolo bateu ontem à noite, logo na primeira tentativa na piscina do Guanabara, o recorde mundial dos 100 metros, nado de peito clássico, obtendo o tempo 1m6s4, e superando assim em três décimos de segundo a marca do soviético Vladimir Kucinks, que era de 1m6s7.
Logo após o êxito em sua tentativa, Sílvio Fiolo revelou que vai treinar intensamente para superar agora a marca dos 200 metros...”.

No corpo do jornal, à página 24, assim informou o nosso JB:

Fiolo bate recorde dos 100 e já pensa nos 200m (*)

O nadador brasileiro José Sílvio Fiolo bateu o recorde mundial dos 100 metros, nado de peito clássico, logo na primeira tentativa que fez ontem à noite, na piscina do Guanabara, obtendo o tempo de 1m6s4  o recorde anterior pertencia ao soviético Vladimir Kucinks, com 1m6s7  e disse, depois da prova, que agora vai tentar melhorar a marca mundial dos 200 metros, no mesmo estilo, até a época dos Jogos Olímpicos, no México.  
O técnico Roberto Pavel pediu ontem a Sílvio Fiolo, minutos antes da tentativa, que não forçasse muito o ritmo durante os primeiros 50 metros – que ele passou em 31s4 – para que depois da virada ainda encontrasse bastante resistência para cobrir os últimos metros. Esta modificação no estilo, segundo Pavel, foi que permitiu a melhoria do recorde, corrigindo o único defeito que Fiolo tinha”.

E mais adiante:

“A fim de esclarecer a controvérsia sobre a sua idade, Fiolo afirmou que tem 17 anos e que no próximo dia 2 de março completa os 18”.

E concluiu assim:

COMEMORAÇÃO
“Antes de sair do Guanabara, um diretor do Botafogo, clube por onde nada Fiolo, convidou-o, juntamente com a imprensa e amigos irem até a sede do Mourisco tomar champanha, em comemoração.
Ao chegar à sede do Botafogo, Fiolo foi assistir ao filme da tentativa numa TV e todos os que lá estavam voltaram a aplaudi-lo na chegada. Em seguida, o nadador foi convidado para abrir a primeira garrafa de champanha e ele próprio serviu a taça de Pavel.
Ainda da sede do Botafogo, Fiolo telefonou para seus pais, que estão em Campinas. O pai de Fiolo ficou no Rio até anteontem e não pôde continuar por causa dos afazeres particulares”.

Homologação do recorde de Fiolo

(*) – Nota: não é demais lembrar que Fiolo jamais conseguiu quebrar o recorde mundial dos 200m nado de peito, embora tenha sido recordista sul-americano e pan-americano da prova.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Recordes Individuais e Medalhas de Ouro de Atletas Botafoguenses

por Claudio Falcão

Há mais de um ano colaborando com o excelente blog ‘Mundo Botafogo’, do luso-botafoguense Rui Moura, tenho enviado a ele com uma certa assiduidade notícias de vários recordes individuais estabelecidos por atletas botafoguenses, ora em defesa das cores alvinegras, ora em defesa da seleção brasileira, em diversas modalidades esportivas. Alguns recordes já se encontravam citados naquele blog, os mais recentes, porém, pesquisando na coleção da revista Botafogo, bem como em alguns ‘boletins alvinegros’, tive oportunidade de localizar os feitos mais antigos dos nossos atletas.

Apresento a seguir a relação dos recordes individuais e das medalhas de ouro internacionais até então encontrados.

1) MUNDIAL

NATAÇÃO:
Recorde Mundial nos 100m Nado de Peito (1'06"4)
José Sylvio Fiolo
1968 – Rio de Janeiro, 19 de fevereiro



2) PAN-AMERICANOS

NATAÇÃO:
Medalha de Ouro nos 100m Nado de Peito (recorde pan-americano – 1'07"5)
José Sylvio Fiolo
1967 – Jogos Pan-americanos de Winnipeg (Canadá), 30 de julho

Medalha de Ouro nos 200m Nado de Peito (recorde pan-americano – 2'30"4)
José Sylvio Fiolo
1967 – Jogos Pan-americanos de Winnipeg (Canadá), 29 de julho

Recorde Pan-Americano nos 200m Nado de Peito (2'30"1)
José Sylvio Fiolo
1971 – Troféu Brasil – Rio de Janeiro, 15 de janeiro

3) SUL-AMERICANOS

ATLETISMO:
Medalha de Ouro no Arremesso de Disco (37m 40 – também recorde brasileiro)
Yvette Mariz
1945 – Montevidéu (Uruguai)

Medalha de Ouro no Salto Triplo (15m 26)
Hélio Coutinho da Silva
1949 – Lima (Peru), abril

Medalha de Ouro no Revezamento 4x400m (3'19"70)
Rosalvo da Costa Ramos (integrante da equipe brasileira)
1949 – Lima (Peru), abril

Recorde Sul-Americano no Salto em Altura (1,71m)
Maria da Conceição Cipriano
1964 – São Caetano do Sul – SP (Troféu Brasil), 16 de agosto

Recorde Sul-Americano no Salto em Altura (1,74m)
Aída dos Santos Menezes
1964 – Tóquio (Jogos Olímpicos), 15 de outubro

Medalha de Ouro nos 100m Rasos (11"80 – igualando o recorde sul-americano)
Silvina das Graças Pereira
1967 – Buenos Aires (Argentina) (Campeonato Sul-Americano), 08 de outubro

Recorde Sul-Americano no Pentatlo Feminino (4.578 pontos)
Aída dos Santos Menezes
1968 – Cidade do México (Jogos Olímpicos), outubro

Recorde Sul-Americano nos 100m Rasos (11"50)
Silvina das Graças Pereira
1974

Recorde Sul-Americano no Salto em Distância (6,50m)
Silvina das Graças Pereira
1975 – São Paulo, 24 de maio

Recordes Sul-Americanos nos 200m Rasos [4]
Silvina das Graças Pereira
1974 – (23"50)
1975 – Rio de Janeiro (Campeonato Sul-Americano), 27 de agosto (23"40 – medalha de ouro)
1975 – Rio de Janeiro (I Copa Latina), 05 de setembro (23"30 – medalha de ouro)
1975 – Cidade do México (Jogos Pan-Americanos), 16 de outubro (23"17)

HALTEROFILISMO:
Recorde Sul-Americano em Arremesso – Peso-galo (107,5 kg)
Adolpho Maranhão Bucker Aguiar
1953 – Rio de Janeiro

Medalha de Ouro Individual – Peso-galo (272,5 kg, no total)
Adolpho Maranhão Bucker Aguiar
1958 – Buenos Aires, dezembro

Medalha de Ouro Individual – Peso-leve (320 kg, no total)
Oswaldo dos Santos Leão (‘Cangate’)
1958 – Buenos Aires, dezembro

NATAÇÃO:
Recordes Sul-Americanos nos 100m Nado de Peito [2]
Edgard Julius Barbosa Arp
1936 – Rio de Janeiro (Campeonato Carioca), 17 de abril (1’13”8)
1936 – Rio de Janeiro (Campeonato Brasileiro), 24 de maio (1’12”6)

Recorde Sul-Americano nos 100m Nado de Costas (1'23")
Dulce Pereira da Silva
1937 – Rio de Janeiro, 12 de dezembro

Recorde Sul-Americano nos 200m Nado de Peito (2’48”2)
Edgard Julius Barbosa Arp
1938 – Rio de Janeiro, 23 de dezembro

Recorde Sul-Americano nos 100m Nado de Costas (1’07”)
Ilo Monteiro da Fonseca
1951 – Porto Alegre, 14 de janeiro

Medalha de Ouro nos 100m Nado de Costas (1’08”1)
Ilo Monteiro da Fonseca
1952 – Lima (Peru) (Campeonato Sul-Americano), 20 de março

Recorde Sul-Americano nos 400m Nado Livre (5'7"7)
Vera Maria van Erven Formiga
1964 – Rio de Janeiro, 12 de maio

Recorde Sul-Americano nos 100m Nado de Peito (1'06"8)
José Sylvio Fiolo
1968 – Rio de Janeiro (Campeonato Carioca), 14 de janeiro

Recordes Sul-Americanos nos 100m Nado de Costas [2]
Ana Cecília Barbosa Viana Freire
1968 – Rio de Janeiro, 25 de agosto (1'11"90)
1968 – Rio de Janeiro, 31 de agosto (1'11"10)

Recorde Sul-Americano nos 100m Nado Livre (1'01"6)
Lucy Maurity Burle
1971 – Rio de Janeiro (Troféu Brasil), 17 de janeiro

Recorde Sul-Americano nos 100m Nado Borboleta (1'08"8 – medalha de bronze)
Lucy Maurity Burle
1971 – Cáli (Colômbia) (Jogos Pan-Americanos), 08 de agosto

Recorde Sul-Americano nos 100m Nado Borboleta (1'08"7)
Rosemary Peres Ribeiro
1972 – Beira (Moçambique) (Jogos Luso-Brasileiros), 24 de julho

Recorde Sul-Americano nos 200m Nado Livre (2'13"9)
Lucy Maurity Burle
1972 – Salvador (BA), 13 de agosto

Recorde Sul-Americano nos 100m Nado de Peito (1'05"99)
José Sylvio Fiolo
1972 – Munique (Alemanha) (Jogos Olímpicos – semifinais), 29 de agosto

Recorde Sul-Americano nos 100m Nado Livre (1'01"3)
Lucy Maurity Burle
1973 – Belgrado (Iugoslávia) (Campeonato Mundial), 09 de setembro

Recorde Sul-Americano nos 100m Nado Livre (53"63)
Rui Tadeu Aquino Oliveira
1974 – Salvador (BA), janeiro

Recordes Sul-Americanos nos 400m Nado Livre em piscina curta (25m) 
Armando Souza Negreiros
2005 – Moscou (Rússia), 26 de janeiro (Copa do Mundo em piscina curta) (3'46"09)
2005 – Santos (SP), 18 de dezembro (3'43"31)

Recordes Sul-Americanos nos 800m Nado Livre em piscina curta (25m) [2]
Armando Souza Negreiros
2005 – Santos (SP), 10 de setembro (7'47"17)
2009 – Rio de Janeiro, 18 de julho (7'43"52)

REMO:
Recorde Sul-Americano Seniores Outriggers a dois sem – 2.000 metros (7'12")
Villy Ramos Teixeira e Luiz Carlos Lima, no barco “Zaniah”
1963 – Rio de Janeiro, 27 de janeiro (em regata do Campeonato Carioca de 1962)

Medalha de Ouro nos Jogos Sul-Americanos de Remo Masculino Senior “A” na categoria oito com
Armando Max Ribeiro (integrante da guarnição)
2002

Medalha de Ouro no Campeonato Sul-Americano de Remo Unificado na categoria single skiff
Armando Max Ribeiro
2005