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quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Homenagem aos Atletas Campeões Botafoguenses em 1971

pesquisa de Claudio Falcão

Inicialmente prevista para ser realizada em 29 de setembro de 1971, sendo transferida para 14 de outubro seguinte, a diretoria do Botafogo, sob a presidência de Althemar Dutra de Castilho, preparou uma festa dirigida aos seus atletas de esportes olímpicos, que competiram nos Jogos Pan-Americanos daquele ano e os que venceram competições nacionais na mesma temporada, casos do Troféu Brasil de Natação e do Octogonal Brasileiro de Voleibol masculino, por exemplo.

Tal homenagem consistiu em um jantar e a entrega de medalhões de ouro ou placas de prata aos seus atletas e treinadores medalhistas / campeões.

Assim três periódicos cariocas noticiaram as homenagens que iriam ocorrer:

(O Globo, 25/09/1971)

(Jornal do Brasil, 25/09/1971)


(Correio da Manhã, 14/10/1971)

Nota: Leiam sobre o Botafogo no Pan-Americano de 1971 em https://datafogo.blogspot.com/2011/01/atletas-do-botafogo-nos-jogos-pan.html.

domingo, 8 de dezembro de 2019

Os ‘Cinquentenários’ do Botafogo

pesquisa de Claudio Falcão

O ano de 1954 foi de muitos festejos no Botafogo. Naquele ano comemorou-se o 60º aniversário de fundação do Club de Regatas Botafogo, a 1º de julho, e o cinquentenário do Botafogo Football Club, a 12 de agosto, agremiações distintas que deram origem em 8 de dezembro de 1942 ao Botafogo de Futebol e Regatas, há exatamente 77 anos.


Temos adiante as imagens digitalizadas de duas matérias: a primeira, ’50 Anos de Glórias’, enaltecendo especificamente a importância do Botafogo de Regatas, o ‘vovô’ dos esportes náuticos, por ocasião da data comemorativa dos seus 50 anos de fundação, em 1944, e a segunda, ‘Cinquentenário do Botafogo’, tendo em vista a proximidade da data comemorativa do 50º aniversário do Botafogo de Futebol, em 1954.

(Imagem: O Globo Sportivo - 07/07/1944)

(Imagem: Diário de Notícias, 03/07/1954)

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Voleibol 1978: Confraternização entre Campeão e Vice Estadual

pesquisa de Claudio Falcão

Elenco campeão estadual de 1978
(imagem: Manchete Esportiva)

Na noite de 15 de janeiro de 1979, a diretoria do Clube Israelita Brasileiro (CIB) ofereceu em sua sede (Copacabana – Rio de Janeiro) um jantar de confraternização aos campeões estaduais de voleibol masculino de 1978 do Botafogo.

Foi um jantar em que os vice-campeões, atletas do CIB, homenagearam os vencedores daquela disputada competição, que só foi definida em uma decisão extra entre Botafogo, CIB e Flamengo, que terminaram a fase regular com o mesmo número de pontos.

Um cordial gesto dos nossos adversários, que, convenhamos, é muito raro de acontecer em nosso meio esportivo, tão cheio de rivalidades.

E naquela temporada, atuava pelo CIB o atacante Pina (Marco Antônio Pina Barbosa), que já havia conquistado vários títulos pelo Alvinegro carioca, inclusive o Troféu Brasil de 1972 e de 1975 e o Campeonato Brasileiro de 1976.

Vejam detalhes desta conquista do Botafogo, que havia sido concluída em 11 de janeiro, em https://datafogo.blogspot.com/2010/03/voleibol-masculino-botafoguense.html.

E, a seguir, um recorte da antiga revista Manchete Esportiva, com um flagrante daquela recepção oferecida aos atletas do Clube da Estrela Solitária.

(Imagem: Manchete Esportiva, nº 67 - 23/01/1979)

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Camisas Rasgadas após a Final de 1957

pesquisa de Claudio Falcão

Copiando um gesto de Nílton Santos, que rasgara sua camisa de jogo após a conquista do Campeonato Carioca de 1948, Botafogo 3 x 1 Vasco da Gama, o zagueiro Thomé e o próprio Nílton Santos, combinaram de rasgar suas camisas caso o Glorioso, após nove anos, voltasse a vencer a competição no ano de 1957.

E à medida que os gols alvinegros iam se sucedendo, Thomé ia rasgando um pouco sua camisa, culminando por abri-la de cima a baixo, o que também se verificou com a de Nílton Santos, como podemos constatar nas imagens adiante.

Superstições à parte, Botafogo campeão carioca de 1957, com uma categórica vitória por 6 x 2 sobre o Fluminense, naquele 22 de dezembro.

(A Noite, 26/12/1957)

(Imagem: Manchete Esportiva)

(Imagem: Manchete Esportiva)

(O Jornal, 27/12/1957)

quarta-feira, 17 de julho de 2019

A Inauguração do ‘Novo’ Estádio de General Severiano – 1938

pesquisa de Claudio Falcão

A inauguração do ‘novo’ estádio de General Severiano, na época conhecido como o “stadium mais bonito do Brasil”, ocorreu a 28 de agosto de 1938, na partida amistosa em que o então Botafogo F.C. derrotou por 3 a 2 o Fluminense F.C., gols de Patesko (2) e Perácio para o Alvinegro.

Vejam adiante como a cerimônia de inauguração foi retratada por alguns dos periódicos do Rio de Janeiro.

(A Noite, 29/08/1938)

(Jornal dos Sports, 30/08/1938)

(O Jornal, 30/08/1938)

(Revista 'Careta', 03/09/1938)

(Revista da Semana, 03/09/1938)

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Os Troféus do Botafogo em Caracas – 1968

pesquisa de Claudio Falcão

O Botafogo disputou em Caracas (VEN) duas partidas amistosas em 1968, ambas valendo taças.

Na primeira, a 24 de agosto, derrotou por 1 a 0 ninguém menos do que a seleção principal da Argentina, gol de Jairzinho, conquistando a Taça Júlio Bustamante.

Na segunda, a 27 de agosto, venceu por 2 a 0 a qualificada equipe do Benfica (POR), marcando Lula e Roberto, fazendo jus à Taça Ildemaro Ramos.

Fato estranho marcou a entrega do troféu pela vitória sobre a Argentina, nos fazendo recorrer à badalada expressão de que “há coisas que só acontecem ao Botafogo”, pois a taça original simplesmente foi extraviada, sendo entregue ao Glorioso um troféu em substituição, a Taça Júlio Bustamante. Bonito troféu, sem dúvida, porém menos rico e artisticamente inferior, nos dizeres do chefe da delegação alvinegra.

Vejam adiante algumas notícias acerca do ocorrido, bem como as imagens dos troféus trazidos pelo Clube, que nos pareceram bastante semelhantes.

(Jornal dos Sports, 27/08/1968)


(Jornal dos Sports, 30/08/1968)

(Diário de Notícias, 30/08/1968)

(Jornal do Brasil, 31/08/1968)

(Diário de Notícias, 30/08/1968)

(Jornal do Brasil, 30/08/1968)

(Jornal dos Sports, 30/08/1968)

(O Globo, 30/08/1968)

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Há 72 Anos: Revoada dos Urubus

por Caíque Lacerda

Revoada, o voo da ave que volta ao local de onde partira. Foi exatamente o que aconteceu em 1946, em jogo pela penúltima rodada do Campeonato Carioca, disputado em São Januário. O time da Gávea, após descontentamento de seu presidente com a expulsão de dois rubro-negros, abandonou a partida contra o Glorioso aos 12 minutos da segunda etapa e retornou à Gávea com uma derrota de apenas 2 x 1 na bagagem.

(A Manhã, 15/12/1946)

A PARTIDA

Pela penúltima rodada do supercampeonato de 1946, Botafogo e Flamengo se enfrentaram no estádio do Vasco às 16 horas de um sábado escaldante de 14 de dezembro. Os flamenguistas não tinham mais chances de alcançar o líder Fluminense, mas os alvinegros estavam vivos na briga pelo título, com apenas um ponto a menos, e necessitavam da vitória para chegar à última rodada ainda com chances.

O primeiro tempo começou levemente favorável ao Flamengo, com o Botafogo somente desperdiçando uma oportunidade com Isaltino, após jogada de Heleno. Aos 14 minutos de jogo, Pirillo apanha a bola na defesa, carrega até o meio-campo, passando por Negrinhão, e estica para Adílson, em posição duvidosa, abrir o placar para o time da Gávea.

Após o gol, o Flamengo se anima com o tento e começa a ter mais volume de jogo. Jaime, em chute de fora da área, e Vevé, em chance clara após cruzamento de Perácio, desperdiçam duas oportunidades para ampliar o marcador.

O Botafogo começa a se restabelecer na partida, quando Braguinha procura Heleno na área e, após cabeçada espetacular do craque alvinegro, o arqueiro do Flamengo consegue fazer a defesa. Minutos depois, Negrinhão faz belo passe para Braguinha e o deixa sozinho de cara para o gol. Para desespero de seus companheiros, Braguinha atira sem direção, por cima da meta.


Aos 30 da primeira etapa, Belacosa lança a bola na área rubro-negra, o defensor flamenguista Biguá tenta cortar, mas a bola bate em Geninho e sobra livre para Heleno marcar com um violento chute no canto de Luiz.

Ambas as equipes voltam a desperdiçar chances, Perácio não aproveita para o lado flamenguista e Braguinha perde mais uma oportunidade clara, levando Heleno à sua habitual irritação. A primeira etapa acaba com equilíbrio no placar.

(Imagem: O Globo Sportivo)

Saída do Botafogo no segundo tempo, mas quem tem a primeira chance é o Flamengo, em jogada de Tião e Adílson, que Belacosa consegue salvar. Heleno sofre falta de Quirino, mas cobra em cima da barreira.

O Botafogo é o dono da partida. Tovar aplica uma série de dribles no capitão rubro-negro Jaime. Logo em seguida, Heleno acerta a trave em um de seus belos chutes.

Aos 8 minutos, um arremesso lateral de Braguinha encontra Heleno na linha de fundo. O centroavante botafoguense passa por Quirino, Bria e, quando Newton se aproximava, Heleno acerta um chute sensacional, sem chances para Luiz. 2 x 1 para o Botafogo.

A REVOADA DOS URUBUS

Apenas 4 minutos depois do gol, Pirillo recebe passe de Perácio e sofre falta do alvinegro Gérson. Mário Vianna, árbitro da partida, assinala o foul. Pirillo não se contenta com a marcação da falta e reclama com o juiz estar recebendo pontapés de Gérson. Mário chama o capitão Jaime para intervir, mas Pirillo continua elevando o tom e alega que Jaime nada tem a ver com a situação. Mário Vianna então expulsa Pirillo, dando início à confusão que culminou na expulsão do também rubro-negro Perácio.

Hílton Santos, presidente do CRF, invade o campo tentando demover Mário da decisão de expulsar seus atletas, sendo vaiado pela torcida. Não conseguindo convencer a arbitragem, Hílton vergonhosamente ordena que seus atletas deixem a partida.

(Imagem: O Globo Sportivo)

A revoada dos urubus foi duramente criticada nos dias seguintes pela imprensa, que lembrou a atitude igualmente lastimável de sentar em campo nos 5 x 2 de 1944, conhecido como ‘Jogo do Senta’.

(O Globo Sportivo)


[Fontes: A Manhã, Diário Carioca e Jornal dos Sports.]

domingo, 12 de março de 2017

Botafogo Campeão Inter-Regional de Voleibol Adulto Feminino 1995

pesquisa de Claudio Falcão

A competição contou com a participação de seis equipes: Botafogo F.R./SevenUp, Fluminense F.C., Governador I.C., Grajaú T.C./Tiba Line, Mirandela (Nilópolis) e Tijuca T.C.

O Alvinegro carioca sagrou-se campeão, tendo passado invicto pela fase de classificação.

Semifinais:

15/07 – Ginásio da Hebraica – Botafogo 3 x 0 Tijuca T.C. (15x2, 15x12 e 15x5)
16/07 – Local: ? – Botafogo 3 x 0 Tijuca T.C. (15x6, 15x12 e 15x8)
Time-base (sem Ana Richa): Juliana Lins, Cláudia Santos, Maira, Caroline Bozikis, Sabrina e Faiza (também atuaram Míriam Ronai e Roberta Jardim). Técnico: Marcelo Bencardino.

Finais:

22/07 – Ginásio do Fluminense F.C. – Fluminense F.C. 3 x 2 Botafogo (8x15, 15x17, 15x7,15x10 e 15x13)
23/07 – Ginásio do C.R. Flamengo – Botafogo 3 x 2 Fluminense F.C. (13x15, 15x6, 6x15,15x10 e 15x12)
Botafogo: Juliana Lima, Cláudia Santos, Karla, Faiza, Ana Richa e Roberta Jardim (também atuaram Márcia, Maira, Marina e Sabrina).
25/07 – Ginásio do Tijuca T.C. – Botafogo 3 x 2 Fluminense F.C. (15x8, 15x17, 16x14, 8x15 e 15x12)
Botafogo: Juliana Lima, Cláudia Santos, Karla, Ana Richa, Roberta Jardim e Marina (também atuaram Márcia, Sabrina, Maira e Joselene). Técnico: Marcelo Bencardino.

[Fontes: Jornal do Brasil, Jornal dos Sports e revista ‘Botafogo’, nº 248/95.]

(Jornal do Brasil, 26/07/1995)

(Jornal dos Sports, 27/07/1995)

domingo, 5 de março de 2017

Botafogo Campeão do Torneio de Voleibol Feminino dos Jogos da Primavera 1962

pesquisa de Claudio Falcão

Já tive oportunidade de afirmar em postagens aqui no DataFogo, que a principal fonte de consulta para os títulos conquistados pelo Botafogo nos chamados esportes olímpicos, até 1971, é a publicação ‘Grandes Clubes Brasileiros – Botafogo’ (1972).

No entanto, mais uma vez logramos localizar uma conquista que ali não se encontra relacionada.

Trata-se do Torneio de Voleibol Feminino dos XIV Jogos da Primavera (1962), na categoria ‘Qualquer Classe’.

Foram esses os resultados:

25/10 – Ginásio do Carioca S.C. – Botafogo 3 x 1 Minas T.C. (MG) (15x6, 12x15, 15x7 e 15x6)
Botafogo: Marilda, Cármen, Lúcia, Geórgia, Márcia, Elma e Adolira.

26/10 – Ginásio do C. Sírio e Libanês – Botafogo 3 x 1 Grêmio Náutico União (RS) (*) (15x12, 15x17, 15x6 e 15x10)
Botafogo: Cármen, Elma, Marilda, Adolira, Márcia, Geórgia, Mercês e Teresinha.
(*) – O Grêmio Náutico União derrotara o Fluminense F.C., outro participante do torneio, por 3 sets a 1, na rodada anterior.

Por esta conquista, o Botafogo fez jus à Taça Rio Light, de posse transitória.

(Jornal dos Sports, 26/10/1962)

(Jornal dos Sports, 27/10/1962)

(Jornal dos Sports, 28/10/1962)

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Amistoso do Voleibol Masculino em 1966: Botafogo x Spartak Brno

pesquisa de Claudio Falcão

Há 50 anos...

Em novembro de 1966 a equipe masculina de voleibol do TJ Spartak ZJS Brno, então campeã da Tchecoslováquia, excursionou ao Brasil.

A Tchecoslováquia (hoje dividida em República Tcheca e Eslováquia) era a campeã mundial do esporte da rede, e o clube trazia em sua delegação quatro atletas que participaram da campanha vitoriosa do Mundial realizado em setembro de 1966: Pavel Schenk (eleito como o melhor ‘cortador’ daquela competição), Drahomir Koudelka (levantador), Vladimir Petlak e Antonin Prochazka.

Sua temporada começou a 12 de novembro, enfrentando no Ginásio do Mourisco a equipe do Botafogo, que naquela ocasião era o bicampeão carioca, na série que culminaria em 1975 com o undecacampeonato.

Lotando o nosso ginásio, a plateia se surpreendeu com a vitória do sexteto alvinegro, por três sets a um.

Da esquerda para a direita: Técnico Jorginho, 1 - Quaresma,
2 - Covas, 3 - Zé Maria, 4 - Roque, 5 - João, 6 - Marco Antônio,
7 - Mário Dunlop, 8 - Paulo Márcio, 9 - Ary Graça, 10 - Júlio,
11 - Roberto e 12 - Sertã

Cumprimento dos destaques:
Quaresma e Pavel Schenk

Seguem os detalhes:

Botafogo F.R. 3 x 1 TJ Spartak ZJS Brno
Local: Ginásio do Mourisco, Botafogo
Data: 12/11/1966
Árbitros principais: Newton Leibnitz e Sérgio Freire
Renda: Cr$1.097.000,00 (moeda da época)
Parciais: 15 x 13, 15 x 11, 9 x 15 e 15 x 10
Botafogo: Marco Antônio, Quaresma, Mário Dunlop, Zé Maria, Ary Graça, Paulo Márcio, Covas e João. Técnico: Jorge de Mello Bettencourt (Jorginho).
Spartak: Zajicek, Schenk, Prochazka, Laznicka, Petlak, D. Koudelka, Derka, Ovesny e M. Koudelka. Técnico: Kafel Laznicka.

[Fontes: Jornal do Brasil e Correio da Manhã.]

[Fotos: acervo Jorge de Mello Bettencourt, publicadas em www.procrie.com.br.]

(Jornal do Brasil, 11/11/1966)

(Jornal do Brasil, 12/11/1966)

(Correio da Manhã, 12/11/1966)

(Jornal do Brasil, 13/11/1966)

(Correio da Manhã, 27/11/1966)

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Amistoso do Voleibol Masculino em 1975: Botafogo x Racing Club de Paris

pesquisa de Claudio Falcão

Em agosto de 1975, já decacampeão carioca (e não somente eneacampeão, como está no texto dos jornais), e na disputa do 11º título consecutivo, o voleibol masculino adulto do Botafogo recebeu a representação francesa do Racing Club de Paris, então campeã de seu país, para a disputa de uma partida amistosa, que teve lugar no antigo ginásio do Mourisco Pasteur.

O Alvinegro triunfou por 3 sets a 0, com parciais de 15x10, 15x11 e 15x6.

A equipe base do Glorioso era formada pelos jogadores Bebeto, Suíço, Mário Dunlop, Celso Kalache, Pina e Paulão.

Mas vejam adiante como os periódicos cariocas ‘Jornal do Brasil’ e ‘A Notícia’, divulgaram esse confronto.

(Jornal do Brasil, 11/08/1975)


(Jornal do Brasil, 12/08/1975)


(A Notícia, 12/08/1975)

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Decisão do Carioca de 1957 – Futebol e Literatura

pesquisa de Claudio Falcão

Na coluna de José Condé, ‘Escritores e Livros’, então publicada no extinto periódico carioca ‘Correio da Manhã’, o assunto em 22 de dezembro de 1957 foi unicamente a decisão do campeonato carioca daquele ano, Botafogo x Fluminense, a ser realizada no mesmo dia.

O colunista procurou colher o palpite de diversos escritores acerca do resultado da decisiva partida.

Tal como dentro das quatro linhas, quando o resultado do jogo foi de 6 a 2 para o Alvinegro, na opinião dos escritores consultados houve nova goleada: seus palpites apontavam para uma vitória do Glorioso, totalizando 14 votos para o Botafogo e apenas 6 para o Tricolor.

Opinaram por uma vitória alvinegra: Fernando Sabino, Carlos Castelo Branco, Brito Broca, Ênio Silveira, Darwin Brandão, Flávio de Aquino, Raul Lima, Fagundes de Menezes, Marc Berkowitz, Saldanha Coelho, Adonias Filho, Lúcio Rangel, Jorge Amado e Antônio Olinto.

E por uma vitória tricolor: Mário Cabral, Millôr Fernandes, Lêdo Ivo, Eneida, Armindo Pereira e Ary Vasconcelos.

Mas vejam adiante o recorte da mencionada coluna de José Condé, que, diga-se de passagem, “confessa seu entusiasmo sem limite pelo alvinegro”.

(Correio da Manhã, 22/12/1957)